Mochilas de Rodinhas

Na minha época de estudante mochila de rodinha não existia. Levávamos os livros, cadernos, estojo e o dicionário Aurélio – que chamávamos afetuosamente de “pai dos burros” (rsrsrsrs) – nas costas. Mas hoje ela é muito comum. Eu ficava feliz em ver os meus filhos arrastando as suas ao entrar na escola. Mas para a minha surpresa eles optaram pela boa e velha mochila de costas. Decidiram pela idade e pressão do meio por carregar o peso do conhecimento nos lombos. 

Lembrei de um versículo que diz: “Porque cada um levará o seu próprio fardo” (Gálatasl 6:5). O apóstolo Paulo afirma que há um tipo de peso que é intransferível. Precisamos levá-lo. Uma dor, perda, angústia, dilema, medo. Coisas que teremos que enfrentar nesta existência. Mas outras duas verdades me ajudam frente ao fardo: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse  21:4). Maranata! E a outra está nas palavras do Senhor Jesus: (…) “aprendei de mim, (…). Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mateus 11:29b-30). Amém! Com o auxílio dEle lido melhor com os meus próprios fardos.

Heitor, que aulas você tem hoje? perguntei. – Português, Ciências e Matemática! respondeu meu filho. Os  livros pesam sobre o ombro dele. Que fardo você tem que levar? Saiba que a graça do Pai é suficiente para suportar qualquer carga. Deus é contigo!

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