Abre-se a cortina de um novo ano. No palco de cada história, impõe-se a consciência de que o tempo passa a galope.
A brevidade da vida não deveria estreitar o coração, mas alargá-lo para o amor e para aquilo que, de fato, importa.
A existência é atravessada pela bênção e pelo peso da liberdade. É ela que abre as portas das escolhas. Quais serão as suas?
Que fé e força sejam renovadas, não para que se escolha o caminho mais conveniente, mas aquele que merece ser vivido.
A responsabilidade traz consigo, por vezes, a angústia. Ainda assim, não negocie a consciência.
Seja corajoso e não abra mão dos valores, para não ser laçado pelo que é efêmero.
Os dias lançam o fundamento, os meses levantam os muros, mas a beleza da obra revela-se na travessia dos anos.
Qual será a sua obra nos dias que lhe serão dados?
Os olhos do Senhor repousam sobre a sua vida, do primeiro passo até o findar deste tempo.

